Neste Mundo inlfacionado em que vivemos,
Há gente anónima de que nos esquecemos,
Parecem ser doutro Mundo e não do nosso,
Tão mal tratada é, que se sente num fosso.
Por vezes penso que a essa gente pertenço,
Por ter passado anónimo e sem ser tocado
Pela sorte que a outra gente terá chegado,
Sem grande esforço o meu ânimo arrefeço.
Na esperada Arca de Noé que Deus enviar,
Terá lugar toda a gente anónima sobreviva,
Que com os animais vão ter uma nova vida.
No Além serão bem acolhidos para reiniciar
Outro ciclo de vida diferente, em que justiça
Será aplicada, sem descriminação mestiça.
domingo, 8 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
SEMANA SANTA

Hoje, Sexta-feira Santa, quero espalhar afetos,
Por todos os meus amigos e numerosa família.
Que estão longe e perto de mim, com sonetos,
E botões de rosa oferecidos com muita magia.
Nesta semana Santa de sacrifício e ressurreição
De Jesus, apelo aos cristãos e à Humanidade,
Para serem solidários e generosos, com devoção,
Usando o coração e a mais modesta humildade.
Este dia é também inspirador da nossa liberdade
Que devemos celebrar com o entusiamo e ardor
Que Deus proclamou e Jesus foi seu transmissor.
Seria desejável este momento de generosidade
Ser celebrado todos os dias do ano, como ideal,
Para ser seguido como símbolo da Paz Universal
quinta-feira, 5 de abril de 2012
MOMENTOS
Os meus momentos são muitos e variados,
São vividos com real e forte intensidade,
Não me oferecem os resultados esperados,
Parece-me não me tratarem com verdade.
Gostaria de dispor de melhores momentos,
Para poder ser útil e concretizar projetos,
Sem sofrer deceções e amargos tormentos,
Construindo o futuro de resultados certos.
Sei que ainda terei de enfrentar obstáculos,
Com muito ânimo, paciência e determinação,
Para aproveitar os momentos com paixão.
São os momentos divinos os sustentáculos,
Da vida futura da minha numerosa família,
Com momentos bons como sempre queria.
São vividos com real e forte intensidade,
Não me oferecem os resultados esperados,
Parece-me não me tratarem com verdade.
Gostaria de dispor de melhores momentos,
Para poder ser útil e concretizar projetos,
Sem sofrer deceções e amargos tormentos,
Construindo o futuro de resultados certos.
Sei que ainda terei de enfrentar obstáculos,
Com muito ânimo, paciência e determinação,
Para aproveitar os momentos com paixão.
São os momentos divinos os sustentáculos,
Da vida futura da minha numerosa família,
Com momentos bons como sempre queria.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
SE AS PALAVRAS FALASSEM
Gostava que as palavras não fossem mudas,
Que falassem e tivessem vida, para dizerem
De viva voz o que sentem, e se lamentarem
Das acusações que são dirigidas e absurdas.
Com toda a razão, as palavras são frontais,
Não sendo por isso entendidas e justiçadas,
Com comentários e críticas injustificadas,
Dignas de indivíduos malcriados e boçais.
São seus mentores a defender a sua honra,
Protegendo as palavras que com empenho,
Souberam criar com saber e muito engenho.
Acabam as palavras a não sofrer desonra,
E merecerem autêntico reconhecimento
Por tudo aquilo que foi escrito com jeito.
Que falassem e tivessem vida, para dizerem
De viva voz o que sentem, e se lamentarem
Das acusações que são dirigidas e absurdas.
Com toda a razão, as palavras são frontais,
Não sendo por isso entendidas e justiçadas,
Com comentários e críticas injustificadas,
Dignas de indivíduos malcriados e boçais.
São seus mentores a defender a sua honra,
Protegendo as palavras que com empenho,
Souberam criar com saber e muito engenho.
Acabam as palavras a não sofrer desonra,
E merecerem autêntico reconhecimento
Por tudo aquilo que foi escrito com jeito.
terça-feira, 3 de abril de 2012
MEMÓRIAS DE INFÂNCIA
Belas recordações guardo da minha infância,
Umas boas outras más, foram bem divertidas,
Brincadeiras inventadas, a minha militância,
Muitas vezes exageradas, outras comedidas.
Desde o jogo da apanhada, ao das escondidas,
Ao da macaca, ao anel e ao da bola de trapos,
Á caça à fisga, ao piropo tímido às preferidas,
Evitava que meu pai me desse uns sopapos.
Quando podia com o meu cozinheiro comia
Comidas africanas que adorava e saboreava.
Nas águas quentes da praia eu mergulhava.
À noite, à luz do candeeiro a petróleo, lia,
Histórias do Cuto que eu muito admirava,
E nas cenas do Bucha e Estica participava.
Umas boas outras más, foram bem divertidas,
Brincadeiras inventadas, a minha militância,
Muitas vezes exageradas, outras comedidas.
Desde o jogo da apanhada, ao das escondidas,
Ao da macaca, ao anel e ao da bola de trapos,
Á caça à fisga, ao piropo tímido às preferidas,
Evitava que meu pai me desse uns sopapos.
Quando podia com o meu cozinheiro comia
Comidas africanas que adorava e saboreava.
Nas águas quentes da praia eu mergulhava.
À noite, à luz do candeeiro a petróleo, lia,
Histórias do Cuto que eu muito admirava,
E nas cenas do Bucha e Estica participava.
INTRIGAS
As coisas que me contaram a teu respeito,
Eu nunca quis em tais mentiras acreditar,
Rendo-me à tua verdade com todo preito,
Pois sei que por maldade querem injuriar.
O nosso amor é indestrutível, será eterno,
Enquanto confiarmos com ardor em nós,
Não dando ouvidos ao que é subalterno,
Nem que nosso sacrifício perdure atroz.
Apertemos as nossas mãos e troquemos
Nossos beijos ardentes, com muito amor,
Para amenizarmos com temeridade a dor.
Os intriguistas saberão que não tememos,
Suas provocações torpes e sem verdade,
O nosso amor será para durar sem idade.
Eu nunca quis em tais mentiras acreditar,
Rendo-me à tua verdade com todo preito,
Pois sei que por maldade querem injuriar.
O nosso amor é indestrutível, será eterno,
Enquanto confiarmos com ardor em nós,
Não dando ouvidos ao que é subalterno,
Nem que nosso sacrifício perdure atroz.
Apertemos as nossas mãos e troquemos
Nossos beijos ardentes, com muito amor,
Para amenizarmos com temeridade a dor.
Os intriguistas saberão que não tememos,
Suas provocações torpes e sem verdade,
O nosso amor será para durar sem idade.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
A PONTUAÇÃO DA NOSSA VIDA
A nossa vida é uma permanente pontuação,
Começa à nascença com três pontos, com
A descoberta de um Mundo novo e curioso,
Com muitas surpresas, agradável sensação,
Brincadeiras e descoberta do mau e do bom,
Tudo o que a vida tem de mais misterioso.
Aparece muitas vezes o ponto de admiração,
À medida que os anos passam, sem avisar
Quais as surpresas que virão ter connosco.
Intrometem-se no percurso, com pretensão,
O ponto e vírgula e os dois pontos a adiar
O fim das surpresas nunca por nós suposto.
Ao chegar a vida ao fim do longo caminhar
Reaparece inesperado o ponto de admiração,
É mais uma surpresa que nos vem afectar,
Surge então no fim o ponto de interrogação,
Desfazendo dúvidas pelo que vier a suceder,
Com plena certeza de tudo acabar, a sofrer.
A nossa vida é uma permanente pontuação,
Começa à nascença com três pontos, com
A descoberta de um Mundo novo e curioso,
Com muitas surpresas, agradável sensação,
Brincadeiras e descoberta do mau e do bom,
Tudo o que a vida tem de mais misterioso.
Aparece muitas vezes o ponto de admiração,
À medida que os anos passam, sem avisar
Quais as surpresas que virão ter connosco.
Intrometem-se no percurso, com pretensão,
O ponto e vírgula e os dois pontos a adiar
O fim das surpresas nunca por nós suposto.
Ao chegar a vida ao fim do longo caminhar
Reaparece inesperado o ponto de admiração,
É mais uma surpresa que nos vem afectar,
Surge então no fim o ponto de interrogação,
Desfazendo dúvidas pelo que vier a suceder,
Com plena certeza de tudo acabar, a sofrer.
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